"Semana do folclore"- Alunos do 7°A - Prof° Alessandro

O ensino da cultura popular para as crianças é muito importante e enriquecedor – ainda mais com uma cultura tão diversificada como a brasileira. Mostrar aos pequenos nossas danças, a música, o folclore, brincadeiras, comidas típicas, festas, contos e sotaques fará deles cidadãos que conheçam e saibam lidar com as diferenças de seu povo.

A cultura é o fermento que alimenta, dá forma e conteúdo à educação. Em sala de aula, experiências, vivências e singularidades estão reunidas. Alunos e professores trazem em suas bagagens histórias de confrontos, trocas, negações e reafirmações de culturas que pulsam o tempo todo nesse convívio. Se não houver um saber pronto e acabado a ensinar, a educação tem suas chances de sucesso ampliadas. Se o saber em construção for inclusivo das diferenças, renovam-se as esperanças de que na escola se entenda, como afirma Carlos Rodrigues Brandão (2001, p.35) que "educar é fazer perguntas" e que "ensinar é criar pessoas em que a inteligência venha a ser medida, mais pelas dúvidas mal formuladas, do que pelas certezas bem repetidas. De que aprender é construir um saber pessoal e solidário, através do diálogo entre iguais sociais culturalmente diferenciados."

Para finalizar nossa semana folclórica, realizamos uma feijoada, com a contribuição e apresentação de maquetes e comidas típicas brasileiras dos alunos do 7°A. Todos os anos o Professor Alessandro, docente da disciplina de História, organiza e mobiliza todo o ambiente escolar, para realizar o evento.

Todas as atividades realizadas foram supervisionadas por funcionários e professores, visando a segurança dos alunos envolvidos.

O ensino da cultura popular para as crianças é muito importante e enriquecedor – ainda mais com uma cultura tão diversificada como a brasileira. Mostrar aos pequenos nossas danças, a música, o folclore, brincadeiras, comidas típicas, festas, contos e sotaques fará deles cidadãos que conheçam e saibam lidar com as diferenças de seu povo.

A cultura é o fermento que alimenta, dá forma e conteúdo à educação. Em sala de aula, experiências, vivências e singularidades estão reunidas. Alunos e professores trazem em suas bagagens histórias de confrontos, trocas, negações e reafirmações de culturas que pulsam o tempo todo nesse convívio. Se não houver um saber pronto e acabado a ensinar, a educação tem suas chances de sucesso ampliadas. Se o saber em construção for inclusivo das diferenças, renovam-se as esperanças de que na escola se entenda, como afirma Carlos Rodrigues Brandão (2001, p.35) que "educar é fazer perguntas" e que "ensinar é criar pessoas em que a inteligência venha a ser medida, mais pelas dúvidas mal formuladas, do que pelas certezas bem repetidas. De que aprender é construir um saber pessoal e solidário, através do diálogo entre iguais sociais culturalmente diferenciados."

Para finalizar nossa semana folclórica, realizamos uma feijoada. A atividade é organizada pelo professor Alessandro, docente da disciplina de História, que, juntamente com os alunos do 7°A, apresentam maquetes, bebidas e comidas típicas brasileiras.




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