"Dia Mundial da Saúde - 07 de Abril"
O dia mundial da saúde foi criado em 1948, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), através da preocupação de seus integrantes em manter o bom estado de saúde das pessoas do mundo, bem como alertar sobre os principais problemas que podem atingir a população.
Ter saúde é garantir a condição de bem estar das pessoas, envolvendo os aspectos físicos, mentais e sociais das mesmas, em harmonia, definição dada segundo a OMS.
É necessário que informações acerca da higiene, doenças, lixões, aterros sanitários, dentre outras, cheguem à população, pois dessa forma o governo faz um trabalho preventivo, melhorando a saúde da população e diminuindo gastos com a saúde pública.
Sendo de responsabilidade dos governantes, a saúde pública deve ser levada a sério tanto pelos municípios, estados e governo federal. Esses devem cuidar de aspectos ligados às suas responsabilidades, capacidades e verbas.
O saneamento básico é um desses aspectos para se manter a saúde de uma população, pois garante que a água tratada chegue até nossas casas e que as redes de esgotos estejam devidamente encanadas, diminuindo os riscos de contaminação por bactérias.
Campanhas de vacinação também é uma forma preventiva de cuidar da saúde das pessoas, pois através delas é possível evitar doenças e epidemias entre as pessoas.
Participar de pequenas associações também é uma forma de buscar informações sobre a manutenção da saúde, pois estas estão diretamente ligadas a governantes, que devem assumir tais responsabilidades; promover discussões e reflexões visando maior amplitude do tema, buscando soluções para manter o saneamento ambiental, garantindo o desenvolvimento social e econômico de um país.
Outra forma de garantir a saúde de um povo é dando-lhes condições dignas de trabalho, a fim de proporcionar ganhos o suficiente para manter uma alimentação de qualidade. Através de uma boa alimentação as pessoas adquirem uma forma saudável de manter a saúde própria, evitando despesas com planos de saúde e remédios.
Visando essa conscientização é que professores juntamente com alunos do Colégio CEART, tem realizado as aulas de uma maneira que os educandos compreendam que, uma vida de bem estar envolve não somente uma alimentação equilibrada, mas também atividades físicas e recreações que os mobilizem à ter hábitos saudáveis.
As infecções persistentes por subtipos carcinogênicos do papillomavirus humano (HPV) têm se associado à maioria dos casos de câncer do colo uterino, assim como os de vagina, vulva, pênis, orofaringe e ânus. Por sua vez, os subtipos de baixo risco causam verrugas genitais, doença sexualmente transmissível comum a homens e mulheres, que demanda tratamentos demorados e desgastantes. Em ambas as situações, o custo econômico e social é elevado e necessita ser abordado pelas autoridades públicas.
Neste contexto, o desenvolvimento de vacinas abre a perspectiva de contribuir para a prevenção destas doenças, seja com a chamada quadrivalente, contra os subtipos HPV16 e HPV18 (carcinogênicos) e HPV6 e HPV11 (verrugas genitais); ou a bivalente, contra apenas os subtipos HPV16 e HPV18.
Os dados de literatura demonstram que a eficácia destas vacinas é elevada em mulheres sem atividade sexual prévia e por um período próximo a seis anos. No entanto, a vacinação não apresenta eficácia no tratamento de lesões pré-existentes ou na eliminação do vírus em mulheres já contaminadas. O benefício da vacinação também é decrescente com o aumento da idade das mulheres.
Portanto, a vacinação apresenta benefício demonstrado em população de mulheres jovens e sem contato sexual prévio, sendo menos eficiente nas que já iniciaram vida sexual e podem já ser portadoras do vírus.Como qualquer programa de prevenção, a eficiência será tanto maior quanto melhor for definido o foco da população atendida. A grande preocupação em medidas de saúde não baseadas em epidemiologia e sócio-demografia é o dispêndio de recursos sem benefícios mensuráveis.
Por fim, o mais importante de ser salientado é que a existência da vacinação não exclui o papel do Estado em prover saneamento básico, acesso aos serviços de saúde, necessidade de educação sexual e orientação de prevenção para doenças sexualmente transmissíveis.























